30 julho 2012

Som da Semana #4: The Asteroids Galaxy Tour

Neste fim de semana a galera do The Asteroids Galaxy Tour desembarcou na cidade de São Paulo - a banda já havia marcado presença no Rock In Rio 2011 - para uma apresentação no lindo Cine Joia. A gente que nem dava muita atenção pro grupo, depois de ver o show ontem, que foi transmitido ao vivo pelo YouTube (aliás, todos os shows do Cine Joia são transmitidos pelo canal da casa no YouTube), nos apaixonamos de vez.

Com um som um tanto quanto psicodélico, tecladinhos ~nervosos~, trompetes, um indie pop dançante, com um tom especial dado pelos vocais alegres e ensolarados da divertida Mette Lindberg, assim se resume o The Asteroids Galaxy Tour. O grupo ganhou destaque em 2011, depois que a música “The Golden Age” foi trilha do comercial "The Entrance" produzido pela cervejaria Heineken (aaahhhhh lembrou, né?! Ébrio define… rs).

O grupo dinamarquês, formado em 2008, conta como influência os anos 60 e a gente percebe um soul remodelado e modernizado (?) no som. É claro que não podemos negar que TAGT possui um som mais comercial e algumas de suas composições encontramos versos fáceis e grudentos, mas isso não ultrapassa o limite “aceitável” e o seu último álbum consegue levar o conceito proposto pelo grupo.

10 Motivos Para Ouvir The Asteroids Galaxy Tour by Cleber Henrique on Grooveshark

Fruit

Fruit (2009)

Out of Frequency

Out of Frequency (2012)

Pode ser que você enjoe das músicas depois de ouvi-las repetidas vezes, mas elas terão cumprido seu papel: deixar seu dia mais divertido!

 

E aí, o que acharam do som do TAGT?!

28 julho 2012

Saturday Palylist – Vol. #6 – Dor de Cotovelo

Não tá fácil pra ninguém, nem pro Robert Pattinson! E não é sempre que a gente tá numa boa pra curtir uma baladinha. Foi pensando nesses momentos, em que uma caixa de lenços, um pote de sorvete, uma sala escura e o DVD de “O Diário de Bridget Jones" são os nossos melhores amigos, montamos uma playlist pra quem tá “curtindo” aqueeeela dor de cotovelo, mas com ~bom gosto~ né.

SNIF AND LET’S GO!

The Liberación Playlist - Vol. #6 by Cleber Henrique on Grooveshark

27 julho 2012

Filme Pro Finde #3: Uma Homenagem à Stanley Kubrick

Se estivesse vivo, em 26 de julho deste ano, o nova-iorquino Stanley Kubrick estaria completando 84 anos. Inegavelmente, apesar de possuir em seu currículo a direção de “apenas” 13 filmes, Kubrick está no hall dos grandes nomes da história do cinema. Não se importando por gêneros, fez de tudo: drama, terror, ficção científica e até comédia. Dos seus 13 filmes, tive a oportunidade de ver somente cinco, SHAME ON ME filmes estes que foram suficientes para me tornar um apreciador de seu jeito de fazer cinema.

O que destaca Kubrick é o seu olhar visionário, de dar novas perspectivas à histórias que facilmente cairiam na mesmice, que vemos em grande parte dos filmes atualmente, com produções feitas pensando em agradar a maioria, sem opinião e personalidade. Stanley usou o seu perfeccionismo exagerado para que o produto final de seu trabalho, pudesse instigar o telespectador a pensar e olhar de um jeito diferente – talvez mais complexo, distorcido e psicodélico(?) – mas sempre com uma visão crítica e “fora da caixa”.

Então, como se trata de um Filme Pro Finde em homenagem à um dos maiores nomes da história do cinema, separamos três obras que julgamos ESSENCIAIS àqueles que pretendem conhecer mais sobre o trabalho de Stanley Kubrick:

Clássico dos clássicos, 2001: A Space Odyssey (1968) filme baseado no conto de Arthur C. Clarke, nos leva à "Aurora do Homem", onde um artefato de origem extraterrestre monitora e é responsável por saltos na evolução do homem, desde a pré-história à explorador do espaço. E é na era de exploração espacial que uma equipe de astronautas é enviada à Júpiter para investigar um misterioso monólito descoberto na lua, entretanto, a missão é sabotada pelo computador da espaçonave Discovery, HAL, que tá ~meio lé-lé da cuca~ e tenta assumir o controle da nave - percebem alguma semelhança com Alien?! :)

2001 talvez peque pelo excesso de abstração e pelas GRANDES incógnitas com relação as perguntas levantadas no filme (origem e destino da humanidade), mas soma pontos ao ser primoroso na concepção visual e sonora. A trilha é um primor a ser considerado, não há hoje quem não relacione Also Sprach Zarathustra de Richard Strauss, com o filme. As cenas de contemplação do céu e universo ao som de Blue Danube, é outro clássico à parte.

No Nedcast 254, o pessoal do Jovem Nerd listou 2001, como o filme na lista do “Mas que Final Horrível”. Azaghal me fez rolar de rir com o seu entendimento acerca do “bebê gigante”, mas o Android salvou tudo com uma análise mais apurada, vale a pena ouvir.

 

Taí um dos filmes mais polêmicos de Kubrick, A Clockwork Orange (1971) chegou a ser recolhido de circulação no Reino Unido pelo próprio diretor durante 30 anos. O filme que brilhantemente traça um paralelo entre a violência e o poder exercido pelo Estado, nos revela a face de uma sociedade hipócrita e em muitos casos sádica!

Kubrick nos impressiona com sua percepção e visionismo – o que comentamos acima – ao retratar uma sociedade com padrões tão atuais, padrões esses que na época do lançamento do longa renderam-lhe tantas críticas.

 

Por quase 10 anos eu não consegui rever The Shining (1980), lembro que da primeira vez que o vi, foram longas horas até conseguir dormir. Após rever, com mais maturidade e olhar atento aos detalhes e técnicas, é que percebi o quanto Kubrick foi capaz de dominar tudo em cena. Em The Shining, filme baseado na obra homônima de Stephen King, o diretor busca criar um ambiente claustrofóbico com escolha de ângulos e velocidade da câmera (viajei?), criando uma atmosfera sombria e tensa.

Ao rever o filme e suas cenas clássicas, como as gêmeas de mãos dadas ou a do Danny andando com seu triciclo pelos corredores do hotel, a enxurrada de sangue do elevador, a machadada na porta do banheiro e por fim o “HEEEEERE IS JOHNNY” imortalizado por Jack Nicholson, não tem como não se empolgar.

Mas ninguém me dá mais medo no filme do que o menino Danny, desculpa, ele conversando com aquele dedo é pra morrer… rs

E essa foi a nossa homenagem à Stanley Kubrick, singela, mas de coração!

E você, já viu algum filme do diretor? Diz aê!

Inspiração do Dia: I’m Batman

O último filme da trilogia Batman - Batman Begins (2005), The Dark Knight (2008) e The Dark Knight Rises (2012) - dirigida por Christopher Nolan, tem estreia ofical marcada para hoje e já estamos contando os segundos pro relógio da firma dizer que a gente já pode sair por aí dizendo: I’M BATMAN!

 

Já viu o filme? Diz aí o que achou!

26 julho 2012

Quero Ver: Laurence Anyways

Todo mundo que acompanha o The Liberación já sabe que o Xavier Dolan é o nosso queridinho. O garoto prodígio de Cannes apresentou o seu terceiro filme no Festival,  realizado em março deste ano: Laurence Anyways (2012).

O filme mostra a história de Laurence, um professor de literatura que no seu aniversário de 30 anos, revela o desejo – até então omitido – de se tornar uma mulher. No meio desse turbilhão, sua namorada decide apoia-lo. Um ano após a sua mudança de sexo (?), Laurence volta ao seu posto como professor na escola em que lecionava. E será em meio a esta tentativa de manter um amor quase impossível, envolto a preconceitos e dúvidas, que o roteiro se desenrola.

O filme foi bastante elogiado pela crítica especializada e destacaram um Xavier mais maduro e menos “egocêntrico”. Nos filmes anteriores – J’ai Tué ma Mère (2009) e Les Amours Imaginaires (2010) – temos a presença de Xavier como roteirista, produtor, diretor AND protagonista, talvez reflexo de sua vontade de estar presente em todo o processo e dar vida e cara aos seus roteiros quase biográficos. Desta vez Xavier optou por ficar atrás das câmeras e para dar vida aos personagens: Melvil Poupaud na pele do Laurece, Monia Chokri <3<3<3 (que já atuou ao lado de Xavier em Les Amours Imaginaires) e Nathalie Baye. E o resultado é o que a gente tá morrendo de curiosidade pra ver!

O filme ainda não tem data de estreia no Brasil confirmada, mas o Ruan Canniza que trabalha na Imovision, nos contou que a empresa já adquiriu os direitos de exibir Laurence Anyways em terras brasileiras ainda este ano. A gente pulou, comemorou e tá na torcida para que nossas preces sejam ouvidas!

E aí, também ficou ansioso(a)?

23 julho 2012

Som da Semana #3: Passion Pit

Tudo começou com algumas canções feitas para presentear, a então namorada do vocalista Michael Angelakos, canções estas que somente mais tarde vieram a se tornar o primeiro EP da banda norte-americana, o Chunk of Change (2008). Abandonando a sonoridade adquirida em seu primeiro EP, o Passion Pit passa a investir em uma sonoridade mais sintética, dando origem ao primoroso Manners (2009). O álbum foi responsável por elevar o Passion Pit a um patamar de destaque no cenário da música pop alternativa.

Em 2010 a banda se apresentou no Planeta Terra Festival - ao qual eu tive o privilégio de vê-los tocando ao vivo e a cores – e com certeza, foram responsáveis por um dos melhores shows daquela noite. Passados pouco mais de três anos desde seu último lançamento, o Passion Pit está de volta com o novo álbum, intitulado Gossamer (2012). Destilando o que de melhor a banda desenvolveu ao longo dos últimos anos, Gossamer entra para o hall dos melhores de 2012.

Com um ar “oitentista”, menos dançante e com uma sonoridade mais melancólica, Grossamer abraça o pop sem medo de ser feliz. O novo álbum tem lançamento oficial marcado para o dia 24 de julho, mas na última semana as músicas “vazaram”, conforme anunciamos em nossa página no Facebook e algumas delas você já pode conferir abaixo.

10 Motivos Para Ouvir Passion Pit by Cleber Henrique on Grooveshark

Manners (2009)

Gossamer (2012)

 
Na última semana a banda anunciou uma série de cancelamentos de shows nos Estados Unidos, devido ao “estado mental” do vocalista. Segundo a nota à impressa, Angelakos se sente demasiadamente pressionado pelo lançamento de Gossamer e preferiu dar um tempo pra colocar a cabeça em ordem.
Melhoras pra ele!
 

 

E aí, o que acharam do som do Passion Pit?!

22 julho 2012

Inspiração do Dia: Salvador Dalí

O espanhol Salvador Dalí (1904-1989) foi um dos mais importantes pintores surrealistas contemporâneos. Desenvolveu várias obras marcadas pela qualidade visual apresentada e esteve presente em outras mídias como a literatura, teatro e cinema. Dalí chegou a ser acusado de defender os ideais nazistas, acusação essa desmentida pelo artista. Ao apoiar o regime Francisco Franco na Espanha foi expulso do grupo surrealista, dando origem à celebre declaração:

"A única diferença entre eu e os surrealistas é que eu sou o surrealismo"

É engraçado perceber como Dalí conseguia levar às obras, as suas dúvidas e opiniões (mesmo que controversas), muitas vezes retratadas de maneiras bizarras ou até mesmo demasiadamente abstratas. Por fim, um gênio!

Senhoras e senhores, com vocês: Salvador Dalí

Anthropomorphic CabinetThe Temptation of Saint AnthonyGiraffe on FireThe Lighthouse at AlexandriaThe Persistence of MemoryThe Face of WarDali-CruxificacaoSleepThe Three Sphinxes of Bikini

 

Entrevista

Why, Why?

21 julho 2012

Saturday Playlist – Vol. #5 Dicas e Lançamentos

Julho está sendo um mês cheio de lançamentos, tanto de singles quanto de vídeo clipes! Então resolvemos fazer um apanhado do que de melhor nos foi apresentado! Todas as músicas desta playlist foram lançamentos musicais anunciados na nossa Página no Facebook e no nosso Perfil no Twitter. Na Playlist #4 também foram inseridas algumas músicas de bandas que indicamos lá no Facebook!

A dica tá dada, nos acompanhe para ser o primeiro a compartilhar as novidades com seus amigos! HEY OH, LET’S GO!

 

The Liberación Playlist - Vol. #5 by Cleber Henrique on Grooveshark