Até o dia 6 de setembro, acontece aqui em BH, a maior mostra de filmes do Charles Chaplin já exibida no país. Ao todo serão exibidos mais 80 filmes que contaram com Chaplin como ator, roteirista e diretor. Daí, aproveitando a deixa, separamos quatro filmes do grande mestre do cinema, que indiferente da possibilidade de você ir à mostra, devem ser vistos em um torrent perto de você!
P.S.: Os filmes do Chaplin são de domínio público, então podem baixar ou assistir aqui pelo The Liberación sem peso na consciência! Colocamos os filmes completos no final da resenha de cada filme! ;)
Três anos, é o tempo que separa o novo álbum Coexist do trio britânico The xx, do debut XX de 2009. A verdade é que Coexist ainda não foi lançado, mas como nós ainda tentamos entender a mágica com que álbuns inteiros ~vazam~ na internet, vamos ignorar este fato e falar sobre um dos melhores lançamentos do ano.
Desde que XX foi lançado, o som do grupo vem conquistando apreciadores pelos quatro cantos do mundo. Com canções intimistas e guitarras que marcam o ritmo e que por vezes parecerem chorar, a superação do primeiro álbum do The xx parecia ser impossível. No entanto, superar o primeiro álbum, ao que parece, nunca foi a intenção do trio, com o novo álbum o The xx prova que não tem medo em experimentar.
Quando se ouve Coexist pela primeira vez é impossível não perceber a homogeneidade das composições, que parecem se encaixar uma a uma de maneira perfeita. É como se cada faixa fosse aos poucos, nos conduzindo à uma experiência cada vez mais intimista e melancólica. O trabalho de Jamie Smith como produtor do novo álbum do The xx, revela a maturidade do integrante do grupo, que simplesmente não precisa mais provar seu talento e habilidade.
Por fim, a espera de longos três anos nos presenteia com um trabalho único, maduro e que supera todas as expectativas, colocando o álbum Coexist entre os melhores lançamentos de 2012.
Admiração talvez seja o principal fator que motiva quem faz uma cover de determinada música. E nessa ~vibe~ de admiração, na nossa Playlist #9 separamos covers de artistas que curtimos e admiramos! Em muitos casos, sim, a cover é melhor que a original!
O fotógrafo e designer gráfico Tim Jarosz que mora em Chicago, inspirado por sua cidade realizou os projetos “Cityscapes”, “Collection I” e “Chicago”. Misturando fotografias, manipulações de cores e texturas, as fotos ganham contraste e um ar vintage de encher os olhos. Mais colagens você confere no site do Tim!
A canadense Leslie Feist que além da carreira solo já integrou a banda Broken SocialScene, esta semana confirmou uma série de três shows no Brasil no mês de outubro. Então não poderia ser diferente, Feist que já apareceu nas nossas Playlist #1, Playlist #6 e Playlist #8 (sim, nós a amamos) hoje volta como o Som da Semana aqui no The Liberación. Até porque depois de anunciada a sua vinda, não iremos mais ouvir outra coisa, por uma semana, pelo menos…
Feist começou cedo, aos 15 anos já dava as caras no mundo da música como vocalista da banda – pasmem – punk chamada Placebo (não, não é a banda Placebo que você tá pensando). Oito anos mais tarde, a moça sai dos vocais e mostra seu talento como guitarrista da banda By Divine Right. Nesse mesmo ano lançou seu primeiro álbum solo, intitulado Monarch (Lay Your Jewelled Head Down).
Em 2002 a banda Broken SocialScene, que após lançar um álbum totalmente instrumental, resolveu chamar uma galera da cena ~underground~ de Toronto para integrar o grupo, nesta galera estava incluída a nossa querida Feist. Porém, dada a dificuldade em conciliar a carreira solo com os shows do BSS, em 2005 Feist é definitivamente “substituída” por Lisa Lobsinger. Mas eventualmente continua se apresentando com a banda, afinal ela namora Kevin Drew, o vocalista do BSS.
Queridinha do duo Kings of Convenience, Feist participa de algumas canções do álbum “Riot on an Empty Street” dos noruegueses. A Feist é tão queridinha do Kings, que em sua passagem pelo Brasil em 2011, na apresentação em São Paulo no Cine Joia (em que eu estava presente \o/), eles pediram aos fãs que fizessem um crowdfunding para que ela se apresentasse por aqui. Pra nossa felicidade, parece que alguém ouviu e curtiu a ideia!
No dia 19 de agosto é comemorado o Dia Internacional da Fotografia, e pra celebrar a data, a nossa Inspiração do Dia de hoje apresenta os clássicos dos clássicos!
Se você é apaixonado pelo cinema francês como o The Liberación, vai ficar bastante feliz com essa dica. Do dia 15 a 23 de agosto acontece o Festival Varilux de Cinema Francês, que em sua terceira edição desembarca em 33 cidades do país e irá exibir ao todo 17 filmes. É claro que não dá pra ver todos os filmes – a gente até tenta – daí separamos dois filmes que já vimos e que serão exibidos no festival, que com certeza não podem ser deixados de lado:
Les Intouchables (2011) conseguiu se tornar um sucesso e até então é o segundo filme mais visto da história da França, ao contar a improvável história de amizade entre Philippe (François Cluzet) um milionário tetraplégico e Driss (Omar Sy) ex-presidiário senegalês que é contratado para cuidar de Philippe. Driss não possui nenhum preparo e daí surgem as cenas que renderão muitas risadas, mas Les Intouchables consegue ir além do humor puro e simples. É engraçado na medida certa, com ótimas tiradas e de uma sensibilidade incrível. O espectador é levado de risadas às lágrimas, sem ser piegas, com um registro impecável sobre amizade, companheirismo e sobretudo respeito.
Polisse (2011) é o tipo de filme que nos retira toda a indiferença que possamos ter pelo próximo. Ao abordar assuntos tão sérios e pesados, faz com que algumas cenas sejam angustiantes e muitas vezes revoltantes. O longa acompanha a vida de policiais da Brigada de Proteção a Menores e mostra a difícil tarefa em conciliar a triste realidade com que estes profissionais lidam no dia-a-dia e suas vidas privadas. A quase ausência de trilha e a forma de manusear a câmera, dá ao filme uma estética de documentário, o que acaba exprimindo mais veracidade às histórias, que são baseadas em registros reais.
Por anos elas lutaram por melhores condições de vida e trabalho, pelo direito ao voto, pelo direito de trabalhar e ainda continuam lutando por tantas outras conquistas.
E hoje, algumas mulheres foram responsáveis por mais uma conquista: Parabéns à Seleção de Vôlei Feminino do Brasil, bi-campeã olímpica.
Daí nossa homenagem é essa, uma playlist com algumas das melhores vozes femininas da música! HEY OH, LET’S GO!